A difícil Missão de Demitir

Demitir
Por Cícero Domingos Penha

Nas funções de um gestor de pessoas, não há nada mais difícil do que a missão de demitir

Mandar um talento embora do seu trabalho significa ir além da quebra de um vínculo meramente profissional. Para a pessoa há vários tipos de perdas em jogo. A primeira é a financeira, que a coloca no risco de subsistência ou no mínimo de adiamento de projetos pessoais. A segunda é a de relacionamentos, uma vez que na organização o profissional vai criando vínculos pessoais importantes para sua vida funcional. Começa com seu chefe e amplia-se com colegas de trabalho, com clientes, fornecedores, parceiros, profissionais de outras organizações etc.

Ao ser demitido esses vínculos tornam-se, no mínimo, mais distantes e difíceis. A terceira e, talvez a mais cruel, é a emocional, que o coloca em situação de sentir-se preterido ou mesmo humilhado quando a forma do desligamento é completamente inadequada. Demissões são inexoráveis numa organização porque as mudanças são uma constante, as exigências em termos de competências vivem uma escalada sem precedentes e nem sempre os talentos percebem e se atualizam.

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