Novas mídias multiplicam leitores e conteúdos dos jornais

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Por Marilia Stabile

Metade do que é discutido nas redes sociais é escrito por jornalistas. Falta pagar pela informação de qualidade.

Nunca se leu tanto. E textos, jornalísticos. Não, o jornalismo não está fora de moda tampouco acabando. Ao contrário: multiplica leitores em todas as plataformas. Quais? Todas: desktop, laptop, Smartphone, até no tradicional impresso. E mídias: rádio, televisão, internet, e, de novo, o impresso. E inspira muito. Muitas conversas, em qualquer lugar, no bar, e também na nuvem, quando o tema discutido tem o link do conteúdo da imprensa. E para cuidar da palavra, quem assina precisa levantar informação, muita informação e raciocinar para afirmar fatos – cuja versão não será independente. Trará a visão de quem escreve, mas sempre passa pelo teste de realidade, pelo menos aquela comum a uma comunidade. Para avançar e analisar, a tarefa é trabalhosa: é preciso informação, situar contexto, avaliar impacto, projetar tendência. Caso contrário, publica-se opinião pessoal. Nada contra. Os parentes podem até gostar, mas não pagam por ela, prestam atenção com carinho mesmo. Apuração e análise têm valor, responde-se nos tribunais de justiça, quando não verdadeiras; e no mercado, paga-se por elas.

É nessa rede que o jornalismo, aquele trabalhoso, se situa e se combina com as novas plataformas e mídias, as chamadas sociais, de pessoas que dão opinião. O conteúdo de uma Folha de São Paulo é, em parte ou no seu todo, disseminado. E não apenas para os 322 mil assinantes, segundo o Instituto de Verificação de Circulação, o IVC, de setembro deste ano, mas também para os 17 milhões de visitantes únicos do site, mensais, bem como para os 73 milhões de visitantes únicos, mensais, dos leitores do portal UOL, do mesmo Grupo, segundo a ComScore, empresa norte-americana de medição de audiência na internet, reconhecida mundialmente. Não é pouco, para uma população de 90 milhões de brasileiros com acesso à internet, em um universo de 200 milhões, em números redondos, segundo IBGE. É só um exemplo.

Essa Matéria completa você encontra na edição de dezembro 2015 da revista Mercado. Adquira já a sua assinatura para leitura integral.

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