Pequenas e grandes empresas inovam com a crise

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Por Priscilla Rocha

Durante períodos instáveis, apertar o freio, expandir ou se reinventar são opções.

A economia do país tem sido protagonista nos diálogos rotineiros da população. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê que a retração na economia seja de 3,1%, em 2015. Para o ano que vem, a previsão é de encolhimento de 1,2%. Já a inflação será de 9,4% e 4,9% em 2015 e em 2016, respectivamente.

O economista Filipe Macedo alerta sobre o pessimismo, neste momento, que cega executivos. “A postura do empresário deve ser proativa, criativa e corajosa. Um dos sentimentos que mais predominam em um momento de crise é o pessimismo/desconfiança quanto ao futuro. Ou seja, é difícil ‘enxergar a luz ao fim do túnel’. O pessimismo/desconfiança gerado pela crise toma conta tanto de consumidores quanto de empresários”.

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